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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Cortana poderá vasculhar emails para lembrar usuário de alguma 'promessa'

 

O nicho das assistentes pessoais em smartphones e em outras plataformas está evoluindo rapidamente, e a Microsoft parece ter as melhores ideias de como construir a sua Cortana de forma a tornar a vida do usuário mais prática. A última novidade que a empresa deve incluir no software é uma função que permitirá que emails sejam vasculhados para facilitar a criação de lembretes.

Por exemplo, se você manda um email para seu chefe dizendo a ele que vai terminar tal tarefa até amanhã, a Cortana vai perceber que se trata de uma “promessa” ou “compromisso firmado” e, logo depois, vai sugerir que você crie um lembrete com o conteúdo do email em seu smartphone ou computador.

Dessa maneira, você não precisa começar a criar o lembrete do zero e também não se esquecer de fazer isso ou ainda de entregar a tarefa que tinha prometido. Segundo a Microsoft, isso deve funcionar basicamente da mesma forma que os rastreadores de voos, que vasculham os emails do usuário em busca de passagens aéreas, da mesma forma que o Google Now.

Localizado

 

A Microsoft ainda comentou ao The Verge que todo o processamento dessas informações para a sugestão do lembrete é feita localmente. Por isso, não há preocupações com o fato de a Cortana poder levar para os servidores da companhia informações privadas do usuário. Somente quando a pessoa aceita criar o lembrete é que o conteúdo vai para a rede para que possa ser sincronizado entre todos os seus aparelhos Windows.

Essa novidade deve aparecer ainda hoje para usuários do Windows Insider do primeiro círculo de testes, assim como a possibilidade de usar a assistente com um elemento flutuante na Área de trabalho. Contudo, essa novidade só deve funcionar em idiomas selecionados não revelados pela Microsoft. A assistente ainda não funciona no Brasil, mas já há relatos de que esteja sendo adaptada para o nosso idioma.

Facebook anuncia segundo data center na Europa

O Facebook se prepara para usar um novo data center na Europa, localizado em Clonee, na Irlanda. Será o seu sexto no mundo e o segundo fora dos EUA.
O novo data center será equipado com servidores (processamento e armazenamento) baseados no Open Compute Project, iniciativa da rede social que compartilha projetos open source com outros operadores de data center para padronizar e reduzir os custos de hardware. Incluindo o Yosemite, um chassi modular para micro-servidores de alta potência, projetado por engenheiros da empresa.
A rede social já tem outro data center na Europa, em Lulea, na Suécia, que aproveita as temperaturas geladas de lá para economizar energia necessária para resfriar o ambiente.
O data center de Clonee também foca em sustentabilidade. Usará energia 100% renovável, aproveitando a oferta abundante de vento no local, segundo o vice-presidente de Engenharia, Jay Parikh. "Isso vai nos ajudar a alcançar nosso objetivo de fornecer energia limpa e renovável para metade de toda a nossa infraestrutura até o final de 2018", acrescentou.
A Irlanda tem sido a sede internacional do Facebook desde 2009, e do novo data center de Clonee "dá continuidade ao investimento significativo do Facebook no país e na Europa", escreveu Tom Furlong, vice-presidente do Facebook para infraestrutura.
Ter um data center na Irlanda também vai ajudar o Facebook a atender a qualquer demanda local de proteção de dados do consumidor, que segundo diretivas europeias devem ficar dentro da Europa. Em Outubro, o Tribunal de Justiça da União Europeia passou a considerar inválido o acordo "Safe Harbor" que rege as transferências de dados pessoais entre os EUA e a União Europeia.