O aperto nos orçamentos domiciliares dos Estados Unidos devido à recessão significa que os planos de gastos com eletrônicos na temporada festas natalinas deste ano estão em no mais baixo patamar desde que a Consumer Electronics Association começou a acompanhar esse dado em pesquisa, 15 anos atrás.
Mas, quando optam por gastar com presentes, o apreço dos consumidores pelos eletrônicos é tanto que eles se dispõem a abrir de produtos esportivos e viagens para pagar pelos aparelhos, diz Tim Herbert, diretor sênior de pesquisa de mercado da CEA, que representa um setor cujo movimento atinge os US$ 160 bilhões anuais.
"Não se trata mais de artigos de luxo ou de coisas que as pessoas comprem por diversão. Elas são realmente usadas de diferentes maneiras para melhorar a comunicação, reforçar a produtividade ou para educação", disse Herbert. "Além disso, do ponto de vista de serem dados como presentes, os eletrônicos ainda têm forte encanto."
Os consumidores planejam cortar gastos na temporada de festas de fim de ano em cerca de 14% este ano, mas de acordo com a CEA as verbas reservadas a eletrônicos aumentaram.
Isso deve manter o ímpeto por trás de produtos procurados como o "celular do Google", vendido pela operadora T-Mobile, além do iPod e do iPhone da Apple, bem como de um minicomputador da Dell com peso de apenas um quilo.
Os consoles de videogames, televisores com telas de 40 polegadas e celulares inteligentes também devem encontrar sucesso de vendas, e o mesmo se aplica a produtos mais humildes de tecnologia, que simplesmente melhoram a comunicação e organização.
Entre eles estão cartões de memória com 16 gigabytes e do tamanho de um selo, vendidos a US$ 80 pela SanDisk, caixas de DVDs, discos rígidos externos capazes de abrigar coleções completas de música e filmes e webcams como as da Microsoft e Logitech.














