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segunda-feira, 25 de abril de 2016

Queda de celulares mancha vitórias da Microsoft com Surface e cloud



A compra da divisão mobile Nokia pela Microsoft está provando ter sido um negócio questionável para a empresa. A empresa de Redmond retirou seu foco dos celulares, e sua receita com vendas de mobile caiu quase pela metade no primeiro trimestre.

A Microsoft vendeu apenas 2,3 milhões de celulares Lumia durante o período, número 73% menor do que o registrado nos três primeiros meses de 2015. Isso significa que a receita da divisão Lumia caiu 46%, o que derrubou os rendimentos gerais da empresa na área de aparelhos, mesmo com ótimos resultados com o Surface.
As vendas de tablets Surface e do laptop Surface Book renderam 1,1 bilhão de dólares para a Microsoft no primeiro trimestre, em comparação com os 713 milhões de dólares registrados no mesmo período do ano passado. Essa é uma ótima notícia para o futuro da empresa, mas que está sendo danificada pelo estado atual do seu negócios de celulares.
No geral, a receita da empresa continuou encolhendo levemente, com os rendimentos totais da Microsoft no primeiro trimestre alcançando 20,5 bilhões de dólares contra 21,7 bilhões de dólares há um ano. O lucro da companhia também encolheu, caindo de quase 5 bilhões de dólares nos primeiros meses de 2015 para um pouco menos de 3,8 bilhões de dólares neste ano.
Em sua maior parte, os resultados da Microsoft neste trimestre são muito parecidos com o que a empresa vem registrando há algum tempo. Seus serviços na nuvem estão impulsionando crescimento, enquanto que as partes de negócios tradicionais estão encolhendo juntamente com o mercado de PCs. Uma parte chave dessa tendência é a receita com o Azure, que cresceu 110% na comparação ano a ano.
De forma parecida com o Azure, o Office 365 manteve o crescimento, alcançando 22,2 milhões de assinantes, um aumento e tanto em relação aos 12,4 milhões registrados um ano atrás.
Enquanto isso, softwares para servidores como o Windows Server e o SQL Server registraram quedas no trimestre.

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